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Transformação digital se tornou ferramenta de sobrevivência


Há impactos claros causados pela pandemia da Covid-19, mas o momento também está antecipando algumas tendências. Com a necessidade do distanciamento físico, muitas companhias se viram obrigadas a adotar políticas de trabalho remoto — e até aquelas que viam com modelo com receio tiveram de lançar mão de preconceitos e aderir à prática. A transformação digital ganha força, assim como projetos de segurança de próxima geração, internet das coisas (IoT), inteligência artificial e sistemas cognitivos, realidades aumentada e virtual e robótica comercial.  

Apesar da retração dos orçamentos de TI, há oportunidade em casos de uso críticos no cenário pós-Covid-19, apontou Luciano Ramos, gerente de pesquisa e consultoria para o mercado corporativo na IDC Brasil, durante o webinar “Impacto da Covid-19 na indústria de TIC na América Latina: visão geral e oportunidades”, realizado em maio. “Mesmo com indústria sofrendo impacto pela crise, vemos que investimentos em casos de uso que são críticos, no pós-Covid, podem gerar uma oportunidade de mercado de US$ 1,7 bilhão na América Latina”, disse Ramos, justificando que a adoção de algumas tecnologias está sendo impulsionada.

Para enfrentar os desafios que surgem como resultado da pandemia da Covid-19, as empresas estão realinhando suas estratégias. Segundo a IDC, 58% das companhias criaram experiências pervasivas, 53% criaram modelos dinâmicos de trabalho e 48% garantiram serviços e experiências digitais confiáveis. “Isto é emblemático, porque todos tivemos mudanças na forma de trabalhar, de interagir. Pensando no futuro do trabalho, houve um deslocamento da cultura para visão do espaço de se trabalhar, de experiências mais abrangentes”, assinalou Ramos. 

As empresas esperam ter um menor gasto em TI, com os cortes de gastos no curto prazo se centrando em hardware e na TI tradicional, enquanto os investimentos na terceira plataforma e na nuvem seguem mais resilientes no período. Em abril, a IDC havia apontado que os gastos com tecnologia da informação “vão sumir” de dez a 20 pontos porcentuais no crescimento em 2020, representando US$ 15 bilhões de redução.

No longo prazo, a consultoria estima que os gastos com TI não sejam amplamente impactados. Para 2020, a previsão otimista da IDC aponta para crescimento dos gastos com TI a algo próximo aos 2%, subindo para 6,5% em 2021. No cenário pessimista, a taxa é de retração entre 5% e 5,5% em 2020, com recuperação leve em 2021, crescendo uns 4%.

Questionadas como ficaram os orçamentos de TI, em comparação com os planos de gastos de TI originalmente criados, 39% das empresas participantes do estudo afirmaram que devem ter redução nos gastos de TI no segundo trimestre de 2020 e 42% no ano completo, frente a 34% que disseram ter pouco impacto para o período de abril a junho e 30% para o ano de 2020.  Para 21% das firmas, os gastos com TI serão maiores que os originalmente apontados para o segundo trimestre e 24% para 2020 completo.


Recuperação



Na projeção da IDC, a crise ocorre em uma jornada na forma de “U”, sendo que o tamanho do impacto depende de quanto tempo se permanece no fundo do U. “Há um olhar mais cauteloso nos investimentos que serão feitos em TI, com as empresas escolhendo com mais critério os projetos que vão avançar e quais resultados esperar, porque é o momento que mercado começa a ter fôlego e ver retomada à atividade economia”, explicou.

Quando a economia estiver mais próxima da fase da recuperação, projetos com tecnologias digitais, da terceira plataforma, serão fundamentais, ressaltou Ramos, acrescentado que as companhias passarão a dar mais valor à resiliência operacional, de forma que ela seja perene e preservada na organização. “Esse foi um grande aprendizado para todos. A resiliência e continuidade têm de ser valores intrínsecos nas organizações”, disse. 

A IDC alerta que haverá dois pontos de inflexão positivos na recuperação pós-quarentena: é necessário começar a planejar para estar pronto para uma aceleração da operação no curto prazo e para um retorno ao pensamento inovador nos próximos dois trimestres. As empresas que primeiro planejarem a recuperação capturarão mais oportunidades, mas, com recursos mais escassos, o ajuste fino do foco se tornará crítico, aponta a consultoria. 



Fonte: Agencia SAP NOW



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